quarta-feira, 13 de abril de 2011

Pec 300 uma melhora para os Policias Militares.

Foi em 6 de novembro de 2009 que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciono a lei que estabeleceu o plano de carreira para a Polícia e Bombeiros Militares,criando assim o plano de cargos e salários para os militares do Distrito Federal, a medida também estabelece os critérios e as condições para promoções dos PMs e bombeiros militares da ativa do DF, o que significou na época um aumento imediato de 68,4% nos salários desses profissionais.



A Polícia Militar de Brasília (PMDF) já possuía a maior remuneração do país da categoria, comparado as outras capitais do país. Hoje um policial em início de carreira no DF ganha, líquido R$ 4.000,00. É exigido aos candidatos a PMDF o nível de ensino superior, 3º grau.



Um Soldado de 1ª Classe ganha R$ 4.129,73 em Brasília, em Sergipe R$ 3.012,75 enquanto que o mesmo oficial recebe no Rio de Janeiro o valor de R$ 1.137,49.



A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de número 300 que tramita desde 2008 propõe equiparar os vencimentos das Policias Militares, Civis e Bombeiros de todas as unidades da federação com os praticados pelo Distrito Federal. A PEC 300 que já passou pela Câmara de Constituição e Justiça, aguarda a aprovação na Câmara dos Deputados.



Manifestações sobre o projeto de lei ocorrem numa tentativa de agilizar a votação para a uniformização dos salários dos policiais militares e Corpo de Bombeiros. Há bancadas de deputados federais e senadores, que lutam dentro do Congresso Nacional, para aprovação da PEC 300.



A unificação do soldo para a categoria dos profissionais da segurança pública representa a ampliação da carreira nacional criando uma isonomia a todos. A medida aprovada seria de grande importância para as capitais que irão receber os eventos mundiais como a Copa do mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016.





Alguns estados do Brasil possuem uma remuneração próxima aos vencimentos pagos em Brasília, como é o caso dos Estados de Goiás, Sergipe, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e bem distantes dos valores pagos no Rio de Janeiro.










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