Um absurdo,enquanto o governo se preocupa com choque de ordem nas ruas,esquece de por ordem em suas licitações,será que só os cidadãos civis sofrem represálias pois esses não conhecem certos meios nada convêncionais para não dar em nada.
enquanto na praia não se pode jogar o frescobool, nos trens e metros se pode andar igual sardinhas em latas,é um descaso,já que se paga uma tarifa cara de transporte e não se possui um conforto.

2 comentários:
Vagões do Metrô, Trens suburbanos e Monotrilho têm cada vez menos assentos.
Está cada vez mais difícil viajar sentado nos trens em São Paulo e no Rio. E isso não é só por causa da crescente superlotação do sistema. Dados obtidos por meio da Lei de Acesso a Informação, mostram que os veículos das frotas modernizadas e as composições novas têm sido entregues com cerca de 100 assentos a menos do que os equipamentos antigos.
Esta foi á solução encontrada pelos dirigentes para se aumentar a capacidade do sistema. Nos anos 1980 - segunda década de funcionamento das linhas da companhia, as composições da frota “C” da Linha 3-Vermelha possuíam 368 bancos. Algumas destas ainda rodam naquele ramal. No fim do decênio seguinte, os trens recém-adquiridos para a Linha 2-Verde passaram a apresentar 274 assentos, em um lote que recebeu o batismo de frota ”E”.
Atualmente, a quantidade de vagas para os passageiros se acomodarem caiu ainda mais. Por exemplo, quem andar em um veículo da frota “K”, modernizada nos últimos três anos, terá de disputar um dos 264 lugares disponíveis. Chama a atenção o fato de que esses trens, antes de serem reformados e rebatizados, pertenciam à antiga frota “C” com 368. Ou seja, possuíam 104 assentos a mais, com os mesmos comprimentos e larguras dos vagões redefinidos, sendo que as vagas do Monotrilho Linha 15-Prata em testes, não passam de 120, a menor de todos.
Embora o Metrô-SP, não admita oficialmente, a redução dos bancos em seus trens tem o objetivo de permitir a acomodação de um número maior de pessoas em pé, desafogando mais rápido as plataformas superlotadas das estações durante os horários de pico.
CONCLUSÃO;
“PARA O METRÔ E CPTM, MODERNIZAR E AMPLIAR CAPACIDADE SÃO SINÔNIMOS DE SUBTRAIR ASSENTOS”.
É o que se pode deduzir pelas atitudes.
ANÁLISE TÉCNICA;
A superlotação também é uma consequência de sucessivas obras atrasadas, projetos equivocados e prioridades invertidas, e os novos trens são produto de compra, e não de demonstração de capacidade gerencial da empresa que não seja a de comprar. Estações são reformadas, e mesmo refeitas, mas nelas nada se vê de inovador - nem na arquitetura (que já foi melhor), e nem na funcionalidade, e os investimentos estão aquém da demanda crescente.
Entre os projetos equivocados podemos citar a subutilização da estação Júlio Prestes, instalação de estação da linha 4-Amarela na Luz, falta de uniformização das composições das linhas 4 e 5 do Metrô em relação ás existentes, e entre as prioridades invertidas é protelação das ampliações citadas abaixo.
As prioridades nunca têm levado em consideração o conforto dos usuários. "O planejamento e dimensionamento deveria ser feito para atender à demanda no horário de pico com uma ampla margem de folga, porém na prática não é isto que ocorre”.
Com a expansão do Metrô e a inevitável e obrigatória integração com a CPTM, está acontecendo á superlotação de ambos, trazendo com ela as suas consequências. Assaltos, abusos, racismo, brigas, bloqueios das portas e outras mazelas mais que acontecem sempre que existe uma aglomeração desproporcional de pessoas de diferentes classes sociais, educacionais, culturais, religiosas e étnicas.
(continua).
(continuação)
“A superlotação de trens geram danos morais e constrangimentos, podendo ser objetos de ações penais indenizatórias de direito por parte de advogados, já tendo ocorrido sentenças favoráveis”.
Assim como já acontece aqui e no mundo com os ônibus e aviões, o Brasil precisa conhecer e implantar o sistema "double decker" dois andares para trens.
Proponho um sistema de Trens de dois andares com altíssima capacidade de demanda 60% maior que os atuais em apoio à Linha 11-Coral da CPTM, para aliviá-la nos horários de ponta. "Esses trens “double decker” utilizariam a mesma linha e na mesma frequência, e aumentaria o número de passageiros que viajariam sentados."
1ª É prioritário e importante para implantação das composições de dois andares até a Barra Funda, reformar e ampliar as Estações da Mooca e Água Branca, readequar a Júlio Prestes e construir a do Bom Retiro (que englobariam as seis linhas existentes além dos futuros e indispensáveis trens regionais e provável TAV ). Tal atitude beneficiaria “Todas” as linhas metrô- ferroviárias, e descentralizaria e descongestionaria a Luz.
2ª Também é fundamental que faça parte do Plano Diretor Municipal o desenvolvimento urbano administrativo descentralizado, com transferências gradativas de atividades econômicas para as regiões periféricas, preferencialmente na região do anel rodo-ferroviário.
3ª O retorno dos trens regionais que auxiliariam a mobilizar os passageiros provindos de regiões mais distantes.
Seria uma decisão sensata, racional e correta. Além de se evitar um risco maior, também aliviar este "processo crônico de superlotação”.
IDOSOS;
A Linha 5-Lilás, na zona sul, foi inaugurada em 2002 com trens de 272 lugares. A frota comprada para circular no ramal, que está sendo expandido para receber mais passageiros, possuirá, em cada composição, 236 bancos, com exceção do Monotrilho que tem 120, a menor quantidade entre todos os veículos do Metrô.
Além do natural envelhecimento da população - segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pessoas com mais de 65 anos de idade no país saltarão de 14,9 milhões em 2013 para 58,4 milhões em 2060, o governo Alckmin (PSDB) aprovou uma lei, no fim de 2013, que diminui de 65 para 60 anos a idade mínima para homens andarem de graça no Metrô e na CPTM, o que deve atrair ainda mais passageiros desse perfil.
Sem fornecer números, a assessoria de imprensa do Metrô informou que a quantidade de assentos preferenciais nos trens novos e modernizados "É superior ao mínimo estabelecido pela lei". Os dados oficiais indicam que os trens do Metrô carregam, no máximo, até 2 mil passageiros.
No caso dos trens da Linha 5, na lotação de 6 pessoas por m² (Limite máximo mundialmente recomendado), a capacidade será de 1,5 mil usuários. Já na superlotação de 8 pessoas por m², são 1,9 mil.
Postar um comentário