quarta-feira, 13 de março de 2013

É TUDO TÃO SIMPLES

Nunca fui de ler as colunas de Danuza Leão na Folha de São Paulo, lia esporadicamente, entretanto, por intermédio de uma amiga, em que eu lhe havia indicado umas leituras de textos da colunista, a mesma acabou lendo o oitavo livro da brasileira, jornalista e escritora, “É Tudo Tão Simples”, livro esse que deveria ser obrigatório para o povo brasileiro, não é pelas futilidades em que muita das vezes Danuza cita, muito pelo contrário, e sim pelo desapego de muita delas, e pelos excessos e exageros do consumismo, pelas coisas simples, e pela educação, sim está faltando educação em nosso povo, e iria mais longe um pouco, civilidade, na medida em que evoluímos muita das vezes em certas situações chego a pensar que estamos na época das cavernas, onde o homem bate e puxa a mulher pelos cabelos. Danuza diz que não é adepta a nenhuma dessas tecnologias, Iphone, Galaxy, tablet´s entre outras, porém, dá dicas sobre aplicativos que podem lhe ajudar a melhorar sua vida, sobre viagens, por conta de ouvir histórias de amigas, dela mesma entre outras observações, além disso, ela acha deselegante uma pessoa sair com a outra para jantar e papear, e ficar mexendo ao telefone, isso pelo que percebi é considerado uma afronta à jornalista, já que a mesma acha que nada deve atrapalhar aquele momento de descontração, e que só uma medida de emergência poderia atrapalhar o bate papo. A escritora não dita regras, ela descomplica, nos dá conselhos de como manter a compostura e educação em determinadas situações. A vida é tão acelerada, e nessa aceleração fica complicada, e com o livro nos colocamos em situações do cotidiano, em que possam ser enfrentadas de formas mais naturais, e até evitá-las, tudo para que possamos viver bem, e que ter elegância, não é necessário ter dinheiro, ou posição social. Dicas de viagens, regras de etiquetas para as novas tecnologias “celulares, internet, entre outros” até como montar um almoço. “É Tudo Tão Simples” que quando percebemos o livro chega ao fim. Com oito livros publicados, e uma carreira literária muito bem-sucedida, seus livros estão diversas vezes na lista dos mais vendidos desde 1992, quando estreou com “Na Sala com Danuza”, uma de suas obras mais famosas. Trechos retirados do livro “No que vale sempre a pena mesmo gastar é com coisas de para sua casa, até porque, com o mundo cheio deste jeito, qualquer final de semana é um estresse com engarrafamentos e etc., e a melhor coisa do mundo, cada vez mais, é ficar em casa.” “Já passei por diversas fases, do ponto de vista grana; nunca tive muita, mas houve tempos em que tinha pouca, muito pouca mesmo. Como ou sem, nada me irrita mais do que fazer uma compra errada, mesmo que tenha custado cinco reais. “












Nenhum comentário: