"Nem tudo é fácil na vida. mas com certeza nada é impossível... Precisamos acreditar ter fé e lutar para que não apenas sonhemos, mas também tornemos esses desejos realidade."
(Cecília Meirelles.)
Ganhei esse poema acima, ontem e foi incrível ao me deparar com essas palavras,ao ler me identifiquei demais,não por razões da vida,mas sim pelos pensamentos,sempre achei sonhar diferente de desejos,por isso sempre falo que não sonho,pois quando sonhamos podemos esquecer ao acordar,e desejar é algo forte é uma coisa que fica em você a todo o momento,é tão engraçado saber que alguém bem diferente de você,em uma época que eu não vivi,tinha pensamentos parecidos ou pelo menos foi o que ela me passou ao ler ou o que eu entendi no meus pensamentos.
E fiquei pensando, e pensando e depois li outro poema e fiquei mais encantando com esse ser de ilustres pensamentos, tão bem transpassados para os papéis, para o mundo.
“Daí li o poema ‘Despedida” e me apaixonei mais por essa pessoa, por saber colocar seus sentimentos ou seus pensamentos sem medos ou sem questionamentos do que iriam achar,não tenho como descrever,alguém que não conheci,apenas posso escrever o que suas palavras me tocaram,me fizeram pensar,ou me deixaram no questionamento de minha tão complexa mente,é capaz do ser humano deixar marcas em toda uma existência?,é capaz de alguém que não vive mais junto a ti,ainda fazer toda uma transformação de pensamentos ,de momentos de confrontos?
“É verdade,podem me levar tudo, posso não ser nada, posso apenas ser esquecido, mas tudo o que fiz ou tudo que escrevi pode ser eternizado em diversas formas, e a escrita ainda é uma delas, essa que faço parte a cada dia,um dia vou deixar esses pequenos textos moverem toda uma nação,toda uma geração.”
Escrevi esse texto ao ler Cecília, ao começar a pensar e aprender a transpor nas palavras seus singelos pensamentos.
“É preciso não esquecer nada: nem a torneira aberta nem o fogo aceso, nem o sorriso para os infelizes nem a oração de cada instante. É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre. O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso. O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a idéia de recompensa e de glória. O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos severos conosco, pois o resto não nos pertence."
Cecília Meireles(07/11/1901 - 09/11/1964)
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
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